segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Topia
Se algum dia me convencerem da impossibilidade de uma relação franca entre as pessoas, eu paro. Talvez seja a expectativa de tal possibilidade que motivou gente como Marx, Simmel, Benjamin, Hannah Arendt, Adorno, (só para ficar nos alemães) a escreverem. Quero acreditar que, embora nem chegue a seus pés, vale muito tentar dar-lhes a mão, afinal é o que me resta. É preciso perguntar às pessoas o que elas sonham, é preciso que o sonho as covença do limite entre o rídiculo e a ética. A educação pelo sonho. Ou alguém ainda acredita no pragmatismo do ano-novo, nos vernissages do consumismo?
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